"Educar é colaborar para que professores e alunos transformem suas vidas em processos permanentes de aprendizagem. É ajudar os alunos na construção da sua identidade, do seu caminho pessoal e profissional, no desenvolvimento das habilidades de compreensão, emoção e comunicação que lhes permitam encontrar seus espaços pessoais, sociais e profissionais e tornarem-se cidadãos realizados e produtivos". José Manuel Moran

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Porcentagem

Matemática Financeira
Atividade RIVED
Testes - Problemas envolvendo a Porcentagem

Progressão Aritmética e Progressão Geométrica

Testes PG
Testes Revisao PA e PG
Rapidez - Teste
Atividades Matrizes

Números Naturais

Números Primos
Testes de Multiplicação
Cruzadinha de Expressões Numéricas
Atividades de Expressões Numéricas
Critérios da divisibilidade, múltiplos e divisores
Converter para Romanos

Geometria

Volume Cilindros e Paralelepípedos - aula
Pitágoras e as Pirâmides do Egito- aula
Sólidos de Platão
Geometria Espacial de Posição
Cruzadinha de Geometria
Testes de Geometria
Trigonomertria
Banco de Questões - Prismas (Paralelepípedo e Cubo)
Triângulos

Números Inteiros

Adição/Subtração (Teste de Rapidez)
Multiplicação (Teste de Rapidez)
Testes Adição, Subtração e Multiplicação em Inglês
Testes Gerais
Complete as lacunas (Números Opostos ou simétricos)

Radiciação

Raiz Quadrada, Cúbica e Aproximadas

domingo, 11 de dezembro de 2011

Animação - Equações

Objeto de Aprendizagem retirado do Portal do Professor/Mec
Equações do primeiro grau Educação Básica::Ensino Fundamental Final
Palavras-chave: Equações
Objetivo: Proporcionar aos alunos o desenvolvimento e a ampliação do conceito de equações por meio da observação de algumas situações em uma balança de dois pratos
Descrição: A animação aborda o assunto equações do 1º grau por meio de algumas situações nas quais pesos de valores conhecidos são colocados em um prato de uma balança, que tem no outro prato pesos de valores desconhecidos. Em um segundo momento são discutidos alguns problemas que objetivam a representação matemática do equilíbrio da balança
(Muito interessante.........)

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Sites interessantes

Texto muito interessante sobre pesquisa na internet.
Jogos de raciocínio e lógica.
Atividades pedagógicas de Língua Portuguesa
Jogos de quase todas as matérias
Muitas atividades educativas de todas as disciplinas.
Site de atividades e experiências científicas.
Planos de aula e outras atividades educativas de todas as disciplinas.
Texto sobre blog na educação.
Informática na sala de aula
Muitas idéias para direcionar a utilização de internet na educação.
Projeto "Minha leitura virtual, minha escrita digital"
Projeto para trabalho com alunos de 1º ao 5º ano.
Classificação dos triângulos.

Site Úteis para Educadores




SITE SECRETARIA DE ESTADO
DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS
PORTAL EDUCATIVO
www.brasilescola.com
PORTAL DE RELACIONAMENTO EDUCACIONAL
NOTÍCIAS SOBRE EDUCACAO
VÍDEOS EDUCACIONAIS
RECURSOS EDUCACIONAIS
http://educacao.uol.com.br
DICAS DE PROJETOS
JOGOS
http://jogoseducativos.jogosja.com
DIGITAÇÃO
ELEIÇÕES – CÂMARA DOS DEPUTADOS
www.plenarinho.gov.br
INFANTIL
www.nestle.com.br/maisdivertido
www.turminhaquerubim.com.br

Planejamento de aula - Porcentagem

Esta aula pode ser aplicada a partir do 7º ano. Tudo em nossa volta é rodeado de informações expressas através da porcentagem. Com base nisto procurei pegar um pouco de alguns dados pertinentes ao Brasil e mostrá-lo de uma forme diferente de que eles conhecem...

Em seguida pode fazer um trabalho interdisciplinar com o professor de Geografia. Eles fazem o levantamento do número de :
  1. População das regiões do Brasil
  2. População brasileira por raça
Após esta coleta de dado vamos às contas: Qual o número de pessoas em cada região brasileira? E por raça? Quantas pessoas estão desempregadas? Quantas tem água potável e saneamento básico? etc... (Adaptar as perguntas de acordo com os slides...)

A Sociedade da Aprendizagem e o Desafio de Converter Informação em Conhecimento

Se vivemos numa sociedade do conhecimento, por que há um aumento do fracasso escolar?
Embora vivemos numa sociedade que exige cada vez mais conhecimentos, as pessoas aprendendo tantas coisas ao mesmo tempo e cada vez mais é exigido que se aprenda mais, que se aprenda de outra maneira, de uma nova forma de conceber e gerir conhecimento, seja na perspectiva cognitiva ou social, porém o acesso a essas informações não é fácil, pois para desvendar esse conhecimento, dialogar com ele e não simplesmente deixar se invadir ou inundar por tal fluxo informativo, exigem-se maiores capacidades ou competências cognitivas dos leitores dessas novas fontes de informação, cujo principal veículo continua sendo a palavra escrita, embora não seja mais impressa.
Graças a essas novas tecnologias da informação, a escola já não é a primeira fonte de conhecimento para os alunos visto que ela forma os alunos para terem acesso  e dar sentido a informação, proporcionando-lhes capacidades de aprendizagem que lhes permitam uma assimilação crítica da informação, gerando competências para a aquisição, interpretação, análise, compreensão e comunicação da informação.
Não existem mais saberes ou pontos de vista absolutos que se devam assumir como futuros cidadãos; a verdade é coisa do passado, mais que do presente ou do futuro, um conceito que faz parte de nossa tradição cultural, é necessário aprender a conviver com a diversidade de perspectivas, com a relatividade das teorias, coma existência de múltiplas interpretações de toda a informação, para construir o próprio juízo ou ponto de vista.
Como diz Morin “ Conhecer e pensar não significa chegar à verdade absolutamente certa, mas sim dialogar com a incerteza”.

“Quem sou eu como professor e aprendiz?”

Li muitas mensagens que falam sobre a figura do professor, e muitas vezes penso que todos acabam nos vendo como uma figura mágica, capaz de resolver todos os problemas. Nossa vida é corrida, mas somos pessoas normais como qualquer profissional: acordamos cedo todos o dias, às vezes pegamos mais de uma condução para chegar à escola, muitos são “bóias –frias” dos tempos atuais pois sequer sobra tempo para almoçar em casa devido as “dobradinhas”. Temos uma clientela bem heterogênea: alunos competentes, estudiosos, desinteressados, e outros que não sabem nem o porquê de estarem na escola ( ma nós sabemos – o bolsa família...)
A violência nas Escolas ultrapassou todos os limites. Os alunos em geral tem uma grande noção sobre os seus direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, dando-lhes a liberdade no ambiente escolar ( tudo é bullyng). No final a violência sobra para todos os membros da comunidade escolar. As pessoas não entendem que junto com o direito vem o dever da obrigação e do respeito humano. Porém nem os pais de alunos e muito menos os alunos entendem essa dinâmica social.. A mesma mão que segura o lápis também porta uma arma, uma droga, um copo de bebida, comete agressão física ou até mesmo carrega um bebê nos braços.
Ele é a soma dos todos os profissionais em um só:  é ser pai, mãe, irmã ou irmão, amigo, psicólogo, médico, assistente social. É pura adrenalina , ansiedade, nervosismo, frustração e para alguns ser professor tem sido mais uma vivência de dor do que de dom.
Eu enquanto professora busco iniciativas positivas, dinâmicas e atrativas para não desmotivar meus alunos, e assim formar cidadões críticos e pensantes diante uma sociedade justa e igualitária. Sei que a profissão docente não é nem mais difícil, nem mais fácil do que era algumas décadas atrás. Temos desafios todos os dias como ensinar o aluno a pensar, provocar a curiosidade ,ensinar a pesquisar, de conter a indisciplina, despertar atenção dos alunos, a ser mediadores de conflitos  dentro da escola, a separar o joio do trigo, ou seja, a aplicar na vida deles o que a escola ensina, transformando assim o aprender em compreender. É diferente. Diante da velocidade com que a informação se desloca, envelhece e morre, diante de um mundo em constante mudança, nosso papel vem mudando, senão na essencial tarefa de educar, pelo menos na tarefa de ensinar, de conduzir a aprendizagem e na sua própria formação que se tornou permanente e continuada.
Devemos conhecer profundamente o campo do saber que pretendemos ensinar, além de sermos capazes de produzir novos conhecimentos, através da realidade que nos cerca, sendo que isso não é tudo, existem mais inúmeras coisas que ele precisamos, como paciência, criatividade, humildade, carisma, domino próprio e de público.
          Pedro Demo em uma reportagem para a revista Profissão Mestre, disse: "Ser profissional hoje é principalmente saber, todo dia, renovar a profissão". Acreditamos que nenhum comentário precisa ser feito.  
          Ser professor hoje é uma tarefa bem difícil, mas prazerosa, pois ele precisa se dedicar muito aos estudos, a pesquisa, ao seu desenvolvimento profissional e aos seus alunos e ser criativo. Apesar de todos esses aspectos negativos que envolvem a classe docente, ser professor deve ser muito mais um dom que a própria dor. Ser professor hoje é viver intensamente o seu tempo com consciência e sensibilidade.

Entrevista com o Professor Ladislau Dowbor

Educação e Tecnologias (Prof. Ladislau Dowbor)

Entrevista com Prof. Ladislau Dowbor.
Programa Caminhos (Rede Vida)  10/03/2007

Atualmente, podemos dizer que educação e tecnologia formam o par que não deve ser rompido levando-se em conta o contexto em que vivemos.     
Ladislau Dowbor, em seus comentários a respeito das novas tecnologias, menciona que é imperativo que nós nos amoldemos a essa nova realidade, tendo acesso aos novos conhecimentos para que eles possam ser repassados aos nossos alunos.
Mas o que me chamou atenção na fala dele é que “a escola deve ser menos lecionadora e mais organizadora de conhecimento, articuladora dos diversos espaços do conhecimento”. Embora seja um trecho destacado na atividade para ser discutido, acredito que seja o ponto central sobre a temática abordada.
Temos que entender que não há como assimilarmos todos esse volume de informações à nós disponibilizadas. Precisamos compreender o que é necessário a cada um de nós, levando-se em conta, claro, a nossa realidade e necessidades, e a partir daí, como Ladislau comenta, organizarmos essas informações articularmos os espaços que nos possibilitem acessá-las.
Ao trabalharmos em sala de aula, temos de a sensibilidade de discernir o que é importante ao nossos alunos naquele momento e fazer com que eles explorem as possibilidades disponíveis, afim de ampliar a sua maneira de ver determinado assunto ou conteúdo. Como muitos dizem “o outro lado da moeda”. Inclusive estaremos tornando possível que desenvolvam seu senso crítico.
No entanto, o ponto em questão nesse processo, não é que informações acessaremos mas como as acessaremos. Os professores precisam se qualificar para que possam ser um auxílio para seus alunos no sentido de orientá-los no uso das novas tecnologias para que possam ser inseridos nesse mundo tecnológico.
A missão de ensinar nunca foi fácil, porém com tantos avanços tecnológicos e as crescentes exigências da sociedade e competitividade no mercado de trabalho, hoje temos muito mais necessidade de conhecimento em todas as áreas e, infelizmente, nós professores temos dificuldade de acesso a novos conhecimentos num universo que se multiplica a cada dia.
Precisamos cada vez mais refletir sobre nossas práticas, centralizar nossas metologias na educação e no trabalho facilitando a aprendizagem de nossos alunos evitando perpetuarmos as metologias os levem ao fracasso escolar e ao atraso na evolução tecnológica.

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